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Ciclo da vida

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Os seres vivos
Nascem
Crescem
Reproduzem-se
E morrem

É o ciclo da vida








E assim foi

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Num vaso lá de casa, de um dia para o outro, sem que ninguém o esperasse nasceram do nada.
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Lindos, cheios de força, brotaram rápidos e viçosos.
Dia a dia via-os crescer como se não fossem parar
Fortes, frondosos, tinham a força da vida.



Lindos cresceram, cresceram.


Até que, poucos dias depois, começaram a murchar….

Como chegaram, partiram.
Como vieram, se foram.

Tudo tem um principio
um meio e
um fim
..
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Tudo?
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Não
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Os sentimentos
os princípios
podem ser
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eternos
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Liberdade

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Porque Liberdade é mais que uma palavra


Marcha da indignação

Hoje foram


80 mil? …100 mil?
Que importa?
Se lá estivessem todos os que o desejavam mas não puderam, eram certamente quase o dobro.

Eram mais de metade (talvez dois terços) de toda uma classe que esteve na manifestação exprimindo o seu total desacordo com o que se está a fazer no ensino. Contrariamente ao que se pretende fazer passar, não foi contra a avaliação dos professores. As razões que estiveram na base deste descontentamento são basicamente as seguintes:
1- Contra a forma e os prazos com que se pretende implementar o novo modelo de avaliação;
2- Contra o novo modelo de gestão dos estabelecimentos de ensino e dos agrupamentos de escolas;
3- Contra a forma como a classe se sente “afogada” por vagas sucessivas de legislação que saiu em dois ou três meses (alterações à carreira docente, novo regime de avaliação, novo modelo de gestão, estatuto do aluno, ….) e que se pretende que seja implementada de imediato, nalguns casos com efeitos retroactivos, sem que as pessoas tenham sequer tempo para interiorizar todos esses documentos. Os professores, neste momento, estão convertidos em tecnocratas, passam o seu tempo quase todo em actividades burocráticas, reuniões, papeis… e as aulas? A formação? A preparação de aulas? A correcção de trabalhos e testes? Os alunos? Esses ficam para o fim pois neste momento há é que preparar as grelhas (grelhados estamos nós) pois é assim que nos impõem;
4- Contra a desconsideração com que tem sido tratada pelo governo uma vez que a sua opinião não tem sido tida em conta para nada;
5- Contra a falta de autoridade, de condições e de tantas outras coisas que estão mal no nosso ensino;


Uma coisa é certa: os professores são os primeiros a estar de acordo e a considerarem que é necessária uma avaliação da carreira docente. Este é um ponto assente. Têm é que existir condições para essa avaliação seja correcta, justa e muito bem ponderada e concertada.
É humanamente impossível preparar uma avaliação cientificamente fundamentada que seja simultaneamente imparcial, integra e eficaz nos prazos dados. Só quem nunca fez a avaliação de docentes é que pode pensar o contrário. Caso assim não fosse já os grandes pedagogos teriam produzido todas as teorias e materiais necessários. Não foi o próprio Conselho Cientifico nomeado pelo Ministério o primeiro a atrasar-se?

Senhores governantes, por favor parem para pensar. Vejam que esta manifestação não foi uma manifestação de sindicatos ou de partidos. Não. Foi a manifestação, maioritária de toda uma classe que vai ter de levar a cabo, implementar, todas essas reformas. Ainda não é tarde para se alcançarem consensos e juntar sinergias.

(foto - agência lusa)

Andar na cidade como quem anda no campo


«Ao entardecer, debruçado pela janela,

E sabendo de soslaio que há campos em frente,

Leio até me arderem os olhos

O livro de Cesário Verde.

Que pena que tenho dele!

Ele era um camponês

Que andava preso em liberdade pela cidade.

mas o modo como olhava para as casas,

E o modo como reparava nas ruas,

E a maneira como dava pelas cousas,

É o de quem olha para árvores,

E de quem desce os olhos pela estrada por onde vai andando

E anda a reparar nas flores que há pelos campos...

Por isso ele tinha aquela grande tristeza

Que ele nunca disse bem que tinha,

Mas andava na cidade como quem anda no campo

E triste como esmagar flores em livros

E pôr plantas em jarros... »

Alberto Caeiro




É sempre bom revisitar Fernando Pessoa...

Tantas vezes passamos e não vemos... Quantas vemos e não notamos...
É, de facto, urgente aprendermos a olhar!
De pequenas coisas se faz um dia.
De tantas se faz a vida..



Obrigado Cláudia

Professores de Portugal


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mágoas no peito
velas na mão
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coração desfeito
disseram...“não”







Manifestação espontânea de professores em Braga.

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Hoje fui à manifestação e vi :


civismo
calma
determinação
companheirismo
incompreensão
sentido de classe
profissionalismo
alegria e… tristeza
respeito
pessoas manifestando-se de forma ordeira

professores… sendo professores…

dando uma simples
verdadeira
lição
de democracia

LINDO

Hoje senti orgulho em ser professor.

(vídeo)


Obrigado colegas

Deus, o espiríto e a evolução


Desde sempre o ser humano procura a justificação da sua existência no além, no espírito ou num Deus. Em nome dessas crenças e religiões têm-se feito as maiores atrocidades. Em nome dos Deuses, tem-se matado, destruído e subjugado. Serão as religiões tão distintas? Não têm muito mais de semelhantes? As religiões, na sua maioria não apregoam a paz, o amor, a tolerância, o respeito e a compreensão? Por que motivo exploramos os caminhos da diferença em vez dos da proximidade e da semelhança? Não são as religiões uma forma de alimentar a esperança, de dar linhas orientadoras, princípios, a quem deles precisa? Os “objectivos últimos” não são os mesmos?
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O que interessa não são os valores, o respeito e os princípios?
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Por outro lado, e em regra coloca-se sempre o espírito, o espiritual ou a “alma” de um lado e a matéria e o biológico de outro. Será lógico, será diferente? Será que é assim de facto?
A postura de quem acredita na presença ou na existência de um Deus, em última análise, é exactamente idêntica à de quem coloca tudo nas mãos da natureza. Não pode a Natureza ser o Deus que procuramos? Ou Deus ser a Natureza? Quem põe tudo nas mãos da natureza, acredita que nós somos sua criação, produto de um processo a que se chama a Teoria do Evolucionismo, que se baseia nos processos da selecção natural. Essa selecção é um processo que actua e actuou de forma a criar, inteligentemente o mundo actual. Quem acredita que somos criação de um Deus pressupõe a existência de uma inteligência superior e até de um “determinismo”. Deus fez, Deus criou, Deus zela por nós… na prática, é exactamente o mesmo. A mesma postura. As mesmas perguntas e as mesmas respostas… com nomes diferentes, mas as mesmas.
Quem criou Deus? Quem criou o Universo? Não são perguntas que têm respostas semelhantes?
O ser humano necessita de uma crença. De acreditar em algo de transcendente e superior que rege sobre tudo e todos. É natural. Não tendo explicações para tudo, e sendo nós animais “o mais racionais possível” (será?) é natural que procuremos uma explicação para aquilo que não conseguimos justificar de outra forma. É natural e humano.
Mas não coloquemos as questões de forma separada. Tudo está interligado, o humano e o espiritual, o biológico … todo o Universo.
Não somos nem mais nem menos…
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A evolução, a selecção natural, fez com que os seres vivos evoluíssem desde células mais simples até aos seres mais complexos. De unicelulares a pluricelulares. Passo a passo, ao longo de milhões de anos as espécies foram-se formando, transformando, aprimorando e seleccionando. A “lei do mais forte” (não no sentido daquele que tem mais força, mas do que está melhor adaptado ao ambiente que o cerca) fez com que os diferentes órgãos e capacidades dos seres evoluíssem. Seres menos adaptados (mais fracos) sucumbiam, enquanto que os que por qualquer mutação possuíam determinadas características (muitas vezes diferenças pequeníssimas) sobreviveram. Foi assim (e assim continua a ser) um processo lento, selectivo e paciente da “mãe natureza” que criou, construiu, inventou e reinventou os seres vivos que hoje existem. E se isto se passou ao nível do físico, do biológico, podem crer que também se passou com as capacidades cerebrais, intelectuais, com os sentimentos… com o nosso espírito. Também coisas como a inteligência e os sentimentos evoluíram. Ao olharmos os seres que nos cercam podemos aperceber-nos de que muitas características que consideramos apenas humanas existem nos outros seres vivos. Nós não somos nem mais nem menos… somos apenas diferentes… somos apenas mais um produto do Deusa Mãe Natureza ou… da Natureza de Deus.
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Então o que nos distingue?
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Em termos puramente biológicos ao processo de diferenciação da espécie humana – o homo sapiens – dos seus antepassados primatas dá-se o nome de hominização. Este processo tem como alguns dos seus aspectos evolutivos essenciais a aquisição da postura erecta e consequentemente o Bipedismo (capacidade de se deslocar usando apenas os membros posteriores), a oponibilidade do polegar e o desenvolvimento do cérebro. A postura erecta permitiu a libertação dos membros posteriores que, assim puderem passar a ser utilizados para outras tarefas que não apenas a deslocação. O polegar pôde deslocar-se tornando-se oponível o que transformou as nossas mãos em ferramentas multifacetadas, capazes de fazer, criar e utilizar utensílios e armas até então impossíveis. Simultaneamente a postura erecta permitiu libertar o crânio, isto é, o crânio ao deixar de estar numa extremidade do corpo, desequilibrado e por isso suspenso por fortes músculos que o suportavam, mas que também constrangiam de modo a impossibilitar o seu crescimento, passou a ficar por cima do corpo, equilibrado num ponto. Consequentemente já não eram necessários tantos músculos para o manter na posição correcta, e assim o crânio pode crescer, permitindo que o cérebro também crescesse. Todas estas mudanças simultâneas potenciaram-se umas às outras criando uma espécie de efeito de bola de neve. Mãos ágeis exigiram um cérebro ágil e, cérebros ágeis tornaram as mãos ainda mais ágeis.
Mas estas mudanças biológicas tiveram também consequências ao nível intelectual e até espiritual. A libertação do crânio também permitiu o desenvolvimento da inteligência e o aparecimento da linguagem. A capacidade de comunicar já aparecera noutros animais mas com o homem ela deu um salto qualitativo tão grande que permitiu a interacção social, a cooperação duma forma nunca antes vista. O “mais forte” deixou de ser apenas um indivíduo (como acontece em muitas espécies de primatas) para ser o grupo. O grupo, a “tribo” pôde passar a decidir quem a liderava podendo não ser o critério da escolha apenas a força… O desenvolvimento da inteligência e da capacidade de comunicar permitiu o ainda o aparecimento do pensamento abstracto, o surgimento do culto dos mortos, a religião, a arte… do espírito humano.

É fantástico o mundo em que vivemos…
Não há milagres? A vida por si só não é um milagre?

Por tudo isto digo que não sou religioso… mas não é verdade.
A minha religião é o bicho Homem
A minha religião é a vida

Leonardo da Vinci... sempre uma surpresa


A água que você toca dos rios é a última daquela que se foi e a primeira daquela que vem. Assim é o tempo presente.


O conhecimento torna a alma jovem e diminui a amargura da velhice. Colhe, pois, a sabedoria. Armazena suavidade para o amanhã.
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Para estar junto, não é preciso estar perto, e sim do lado de dentro.
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Leonardo da Vinci

"Cão Como Nós"


Alguém falou da tristeza e do vazio do olhar dos animais. Vi a tristeza, em certos momentos, no olhar do cão. A tristeza de quem quer chegar à palavra e não consegue. Mas não vi o vazio. O vazio está talvez nos nossos olhos. Quando por vezes nos perdemos dentro de nós mesmos. Ou quando buscamos um sentido e não achamos.
O cão sabia o sentido, o seu sentido. E nunca se perdia.


Manuel Alegre em "Cão Como Nós"




Ri
sorri
ilumina o mundo




Um sorriso.... o gesto mais lindo que há.

É urgente


...é urgente ...
...apreciar a vida, fazer de cada segundo uma eternidade, tocar cada coisa, cada momento como se fosse do mais puro cristal, saborear… rir e chorar.

Apesar de tudo, apesar de tanto, é tão bonito viver.

O Fernando (um empregado de um café...) morreu, conta-me uma amiga uma amiga no seu blogue mesmassim...

O Fernando não foi eterno...nenhum de nós o é.
Mas é eterna a memória de quem entra nas memórias da nossa própria memória.
Oxalá também tenhamos a capacidade de invadirmos as memórias dos outros.

A terra vista de satelite


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A Terra de Dia


A Terra vista de Noite
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Linda não?
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Pena é que mesmo nestas fotos seja absolutamente evidente as diferenças (riqueza/pobreza, desenvolvimento/atraso... saciedade/fome) entre o hemisfério Norte e o Sul, entre a Europa e a África...


Impressionante

De novo...


Nada na vida acontece por acaso

Quando pensamos que é um "fim" afinal é um recomeço...

Quando pensamos que a estrada acabou encontramos....

uma curva, e depois dela, novas montanhas, novas planícies,novas árvores...novos horizontes

O principezinho


- Anda brincar comigo - pediu o principezinho. Estou tão triste...
- Não posso ir brincar contigo - disse a raposa. - Ainda ninguém me cativou...
...
-O que é que "cativar" quer dizer?...
-Quer dizer que se está ligado a alguém, que se criaram laços com alguém.Laços?Sim, laços - disse a raposa. - ...Eu não preciso de ti. E tu não precisas de mim... Mas se me cativares nós precisaremos um do outro. Serás para mim único no mundo e eu serei para ti, única no mundo...
....Tenho uma vida terrivelmente monótona... Mas se tu me cativares, a minha vida fica cheia se Sol. Estás a ver, ali adiante, aqueles campos de trigo? ... não me fazem lembrar de nada. É uma triste coisa! Mas os teus cabelos são da cor do ouro. Então quando eu estiver cativada por ti, vai ser maravilhoso! Como o trigo é dourado, há-de fazer-me lembrar de ti...-Só conhecemos as coisas que cativamos - disse a raposa. -
...
...assim que o principezinho cativou a raposa.
E quando chegou a hora da despedida:
- Ai que vou chorar! Lamentou-se a raposa..
- A culpa é tua - disse o principezinho -eu não queria fazer-te mal, mas tu quiseste que eu te cativasse.
- Sim - concordou a raposa.
- Então não ganhaste nada com isso!
- Ai isso é que ganhei! - disse a raposa. - Por causa da cor do trigo...Vês , ali, os campos de espigas? Eu não como pão. Para mim o trigo é inútil. Os os campos de espigas nunca significaram nada para mim. E isso é muito triste! Mas tu... Tu tens o cabelo cor de ouro.Quando te tiveres ido embora, o trigo dourado fará lembrar-me de ti. E pela primeira vez amarei o ruído do vento no trigo...
-Adeus - disse o principezinho.
-Adeus - disse a raposa, e ficou durante muito tempo a olhar extasiada para os campos de trigo e a ouvir o vento assobiar entre as espigas.
Então o principezinho seguiu o seu caminho e notou com alegria que cada árvore lhe recordava a cor do pelo da sua amiga raposa.


Antoine De Saint-Exupery



Príncipe e raposa não seguiram juntos...
Mas...
Que bom que seria
.........não ter de olhar o trigo ... nem as árvores...

Lágrima de Preta


Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.

Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.

Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.

Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:

Nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.


António Gedeão
*
*
Recentemente, após a exibição nos noticiários televisivos de imagens de uma agressão passada num metro espanhol, em que um individuo espanca, sem qualquer justificação, uma rapariga africana, ficámos escandalizados com tamanha barbaridade. Julgamos de imediato o indivíduo e consideramos que qualquer um de nós seria incapaz de ter tais atitudes.
Mas não é verdade. Sem desculpar, de forma alguma o energúmeno das imagens, não podemos esquecer que é a sociedade ocidental e, particularmente cada um de nós que tem contribuído para que as desigualdades no mundo se agravem. De que forma? Dou-vos apenas alguns exemplos:
- Quando os países mais ricos não contribuem para o desenvolvimento dos mais pobres;
- Quando adquirimos qualquer objecto olhando apenas aos preços e sem nos preocuparmos com questões como "aonde foi feito", "como foi feito" e "à custa de que trabalho foi feito".
São atitudes destas que levam a que em muitas zonas do mundo as condições de sobrevivência sejam dramáticas e o esclavagismo uma realidade. É evidente que estas condições são um terreno fértil para o crescimento de sentimentos que consideramos inumanos.
O racismo é um deles.

borboleta



"Justo quando a largarta achou que o mundo tinha acabado, virou borboleta."




Fotografia: Mário Pinhal

Anúncio de outono

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Ontem,
como em tantos outros dias,
a lua nasceu.

Trazia consigo a despedida deste Verão,
a cortesia do outono que vem,
e as lembranças dum futuro
que tarda em chegar...



Fotografia M. Pinhal